
domingo, outubro 12, 2008
sexta-feira, outubro 10, 2008
Santos ao pé da porta também fazem milagres
quinta-feira, outubro 09, 2008
Desviamos os olhos um segundo e...
Na crise económica, ou política, como podemos não desviar os olhos, nós que não sabemos olhar sequer para o que vemos? Sabemos nos entanto que os economistas que temos e os políticos que temos, os que ouvimos pelo menos, não estão a dizer nada que seja confiável, que seja uma linguagem nova, que invente uma solução, ou que exceda uma resolução que não passe pela do tempo que há-de correr. Porquê esperar na resolução que há-de vir com os outros? Deve ser o síndrome da princesa indefesa e aprisionada na torre à espera do seu princípe, alimentado por séculos de governos políticos que premeiam a menorização das gentes.
quarta-feira, outubro 08, 2008
terça-feira, outubro 07, 2008
"Adjectivar a economia com (nova) política"
segunda-feira, outubro 06, 2008
domingo, outubro 05, 2008
Este país não precisa de heróis
sexta-feira, outubro 03, 2008
O que pararece ser a União Europeia? O que é: sem federalismo e sem constituição, cada um salva-se como pode.
Face à la crise financière, l'Union européenne vous paraît-elle constituer plutôt…
1. un atout, qui permet d'affronter la crise à plusieurs
2 … ou pas un atout, chaque pays tire de son côté
3 Sans opinion"
Pergunta o Le Monde em inquérito on-line ao qual os franceses que participaram respondem:
2... ou pas un atout, chaque pays tire de son côté . 56.8 %
E a capa do jornal traz na capa a seguinte constatação "Chacun pour soi: les Européens se divisent sur la crise financière". O que me espanta então? Não é que haja 56,8% que percepcionam a Europa dividida (uma vez mais) em assuntos de interesse global, mas sim que haja quem continue a acrditar (39, 4% à hora em que li os resultados) na Europa.
quinta-feira, outubro 02, 2008
Com um abraço
Raios de luz a cruzarem o meu céu de solilóquios.
Acerca da biografia de Arendt...talvez 1
quarta-feira, outubro 01, 2008
A universidade e o forte 5
No primeiro caso a empregada, simpática e disponível, resolveu pôr-se a uma distância confortável para poder assistir-me imediatamente. Ora para quem não está habituada a ter uma funcionária atrás de si, e para mais a pedir-lhe sistematicamente que leve e traga de volta livros dos quais queremos saber o preço, torna-se constrangedor. A partir de certa altura já tinha vergonha de lhe pedir que me elucidasse mais sobre os preços e dei por terminada a minha busca. Trouxe dois livros. Caros. Os livros no Brasil são mesmo caros. Fiquei a imaginar como é que as pessoas com os ordenados tão baixos conseguem comprar os livros a preços europeus! Sempre imaginei que aquele mercado gigantesco, com uma capacidade de tradução espectacular, conseguisse pôr no mercado livros mais acessíveis economicamente, mas qual o quê!
Bom, nessa altura um dos livros que adquiri foi a biografia de Arendt , escrita pela francesa Laure Adler. Comecei imediatamente a lê-lo, e nos dias brasileiros de sol, vento e água, Arendt na sua vida na Alemanha e nos Estados Unidos acompanhou-me.
Ir-me-ia arrepender de não ter comprado a edição em francês, mas mesmo se em francês penso que a perspectiva de Adler ir-me-ia sempre irritar. Passo a explicar a primeira afirmação.
A tradução aqui e ali dá conta do vocabulário coloquial brasileiro com as suas idiossincrasias, o que me burilou os nervos. O problema não está propriamente na tradução como acto, que na realidade respeitou o vocabulário comunicacional brasileiro, está é no facto de eu não conseguir imaginar Arendt a utilizar certo vocabulário do estilo "novela das nove". Não posso dar exemplos específicos porque não tenho o livro agora comigo, mas imaginamo-la a dizer por exemplo:"O cara quis me paquerar", ou coisa que o valha?
E depois também não gostei propriamente da biografia. Mas isso fica para amanhã.
segunda-feira, setembro 29, 2008
Mário Crespo, Pactos de silêncio, in JN
sexta-feira, setembro 26, 2008
Hoje descobri este autor,William Isaac thomas, não conheço é os fundamentos da afirmação, mas...
Agora resta ainda saber quem são e como se caracterizam estes "men" aqui utilizado.
"It is not important whether or not the interpretation is correct--if men define situations as real, they are real in their consequences." - Thomas theorem
quinta-feira, setembro 25, 2008
É a política
terça-feira, setembro 23, 2008
A universidade e o forte 4
Entrei na livraria e comprei dois livros. Mas esta há-de ser outra história.

