segunda-feira, outubro 06, 2008
domingo, outubro 05, 2008
Este país não precisa de heróis
sexta-feira, outubro 03, 2008
O que pararece ser a União Europeia? O que é: sem federalismo e sem constituição, cada um salva-se como pode.
Face à la crise financière, l'Union européenne vous paraît-elle constituer plutôt…
1. un atout, qui permet d'affronter la crise à plusieurs
2 … ou pas un atout, chaque pays tire de son côté
3 Sans opinion"
Pergunta o Le Monde em inquérito on-line ao qual os franceses que participaram respondem:
2... ou pas un atout, chaque pays tire de son côté . 56.8 %
E a capa do jornal traz na capa a seguinte constatação "Chacun pour soi: les Européens se divisent sur la crise financière". O que me espanta então? Não é que haja 56,8% que percepcionam a Europa dividida (uma vez mais) em assuntos de interesse global, mas sim que haja quem continue a acrditar (39, 4% à hora em que li os resultados) na Europa.
quinta-feira, outubro 02, 2008
Com um abraço
Raios de luz a cruzarem o meu céu de solilóquios.
Acerca da biografia de Arendt...talvez 1
quarta-feira, outubro 01, 2008
A universidade e o forte 5
No primeiro caso a empregada, simpática e disponível, resolveu pôr-se a uma distância confortável para poder assistir-me imediatamente. Ora para quem não está habituada a ter uma funcionária atrás de si, e para mais a pedir-lhe sistematicamente que leve e traga de volta livros dos quais queremos saber o preço, torna-se constrangedor. A partir de certa altura já tinha vergonha de lhe pedir que me elucidasse mais sobre os preços e dei por terminada a minha busca. Trouxe dois livros. Caros. Os livros no Brasil são mesmo caros. Fiquei a imaginar como é que as pessoas com os ordenados tão baixos conseguem comprar os livros a preços europeus! Sempre imaginei que aquele mercado gigantesco, com uma capacidade de tradução espectacular, conseguisse pôr no mercado livros mais acessíveis economicamente, mas qual o quê!
Bom, nessa altura um dos livros que adquiri foi a biografia de Arendt , escrita pela francesa Laure Adler. Comecei imediatamente a lê-lo, e nos dias brasileiros de sol, vento e água, Arendt na sua vida na Alemanha e nos Estados Unidos acompanhou-me.
Ir-me-ia arrepender de não ter comprado a edição em francês, mas mesmo se em francês penso que a perspectiva de Adler ir-me-ia sempre irritar. Passo a explicar a primeira afirmação.
A tradução aqui e ali dá conta do vocabulário coloquial brasileiro com as suas idiossincrasias, o que me burilou os nervos. O problema não está propriamente na tradução como acto, que na realidade respeitou o vocabulário comunicacional brasileiro, está é no facto de eu não conseguir imaginar Arendt a utilizar certo vocabulário do estilo "novela das nove". Não posso dar exemplos específicos porque não tenho o livro agora comigo, mas imaginamo-la a dizer por exemplo:"O cara quis me paquerar", ou coisa que o valha?
E depois também não gostei propriamente da biografia. Mas isso fica para amanhã.
segunda-feira, setembro 29, 2008
Mário Crespo, Pactos de silêncio, in JN
sexta-feira, setembro 26, 2008
Hoje descobri este autor,William Isaac thomas, não conheço é os fundamentos da afirmação, mas...
Agora resta ainda saber quem são e como se caracterizam estes "men" aqui utilizado.
"It is not important whether or not the interpretation is correct--if men define situations as real, they are real in their consequences." - Thomas theorem
quinta-feira, setembro 25, 2008
É a política
terça-feira, setembro 23, 2008
A universidade e o forte 4
Entrei na livraria e comprei dois livros. Mas esta há-de ser outra história.
segunda-feira, setembro 22, 2008
O seu voto, não obrigada, em nome de...cidadania partidária.
sexta-feira, setembro 19, 2008
"epiniões" quem as não tem?
segunda-feira, setembro 15, 2008
A Escola
domingo, setembro 14, 2008
Ligações
sábado, setembro 13, 2008
O bode expiatório
Confesso que ser bode expiatório num mundo governado por pessoas como Chávez deve ser uma honra para os americanos, ainda que seja uma desgraça para os povos sob o jugo. Mas se for a votos, diz-me amiga Venezuelana, Chávez ainda ganha com uma margem parecida à da MPLA em Angola.
A democracia é linda. Disso não podemos nunca duvidar, sobretudo quando é difícil.
A universidade e o forte 3
-Ana, vocês têm uma cidade sui generis. Mistura de cidade americana com apontamentos europeus de influência arquitectónica portuguesa, visível sobretudo nos edifícios públicos.
- É. Nos últimos anos tem muito português vindo para cá e comprando casa. Dizem-me que se não fossem eles a recuperar os edifícios que eles estavam por aí ao abandono; eu pergunto-lhes então porque razão eles têm tantos edifícios abandonados no seu próprio país!
quarta-feira, setembro 10, 2008
A universidade e o forte 2
-Pois há, agora que há eleições puseram cartazes por todo o lado.
-E eles fazem de facto alguma coisa?
- Que nada, é só promessa e anúncio bobo.
- Mas eu vi um cartaz desses ao lado de um terreno onde estavam de facto aí uns duzentos homens a construirem uma escola anunciada.
- Não, o que você viu foram homens a começarem a construir algo que logo depois das eleições vai ser abandonado. É só promessa mesmo de obra, sabe, não é obra não.
Conversa com motorista nodestino num destes últimos dias.
terça-feira, setembro 09, 2008
A universidade e o forte 1
- Então..., vermelha é do governo e amarela é da oposição.
-E a verde?
- Ah, essa é do povo mesmo.
- E a azul?
- Não tem.
-Não?! Mas eu já vi. E o que é isso de a verde representar o povo?
- !!
Olhe, as bandeiras estão lá para dizerem aos candidatos que as pessoas estão vendendo o espaço de mostrar bandeirinha.
-Ai é?! Mostra-se a bandeirinha a troco de dinheiro?
Uma conversa tida com um motorista brasileiro nordestino por um destes dias passados.

