Quando eu dissertava sobre a questão do fim último para a acção humana, fundamento da acção moral, em Aristóteles, uma aluna esclareceu-me: “Sabe que a ideia de felicidade do nosso Primeiro-Ministro é não aparecer nunca nos jornais?”. Não sabia. Mas aproveitei para perguntar à classe: “E qual deveria ser a pergunta do/a jornalista, logo em seguida?”
“Como chegou a Primeiro-Ministro?” – respondeu um aluno mais expedito. Rimo-nos.
Bom – respondi - Eu escolheria a pergunta, cuja resposta é fundamental para uma democracia: “Que meios está o senhor governante disposto a usar para realizar essa felicidade?”
“Como chegou a Primeiro-Ministro?” – respondeu um aluno mais expedito. Rimo-nos.
Bom – respondi - Eu escolheria a pergunta, cuja resposta é fundamental para uma democracia: “Que meios está o senhor governante disposto a usar para realizar essa felicidade?”
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